sexta-feira, 10 de junho de 2016

Quando a vida nos exige ação!






O ser humano possui por hábito reclamar. Alguns chegam a procurar situações para que possam reclamar. Na verdade é esta coisa de estar sempre se colocando na posição de vítima da vida, dos outros ou do sistema. Aquela necessidade de chamar a atenção para si mesmo e fazer-se notar.
Quando alguém reclama de algo que poderia ser feito de outra forma, por exemplo, acaba não percebendo que o que busca na reclamação é uma forma de se enobrecer e passar aos outros a ideia de que “tudo sabe” ou de que é “melhor que o outro” que fez ou deixou de fazer. E isto é orgulho subindo na cabeça. Na verdade demonstra falta de atitude, porque o outro pelo menos foi e fez alguma coisa.
E aqueles que sempre estão reclamando da vida, será que na verdade não estão demonstrando que são insuficientes diante de tais situações?

Reclamar é exigir atitude de si mesmo.

Mas quem se dá conta disto?
Quando uma pessoa não consegue administrar uma determinada situação em sua vida, logo ela busca culpados e então vem a reclamação.

É bem mais fácil culpar alguém por incompetência, do que assumir a falha de não ter tomado uma atitude na hora certa.

Nossa vida é formada por respostas de ações cometidas por nós mesmos. Nossos carmas. Tudo aquilo que fizer hoje ou deixar de fazer poderá retumbar amanhã e depois, e depois, e depois... Inclusive em outras vidas!
Diariamente somos chamados pela atenção a fim de que possamos modificar muitas coisas em nossa vida, basta que aprendamos a ler e compreender o que acontece em nosso dia a dia.
Há exemplos bem simples, mas muito significantes.
Uma mãe que reclama que seu filho não obedece, na verdade reclama que não soube lhe dar limites no momento em que ele precisava aprender isto. E impor limites é o ponto fraco da maioria das pessoas. Por fim, a vida vai ensinando do jeito que dá, e quem não aprende obedecer limites durante a infância ou adolescência, acaba, de alguma forma, aprendendo mais tarde.
Nossa forma de se posicionar na vida e a ação que tomamos para isto é que trarão as respostas e as consequências futuras. Então ao invés de reclamar, posicione-se. Veja exatamente o que a vida está querendo lhe ensinar e aprenda logo. Quanto mais cedo entender o que a vida está querendo de você e seguir esta orientação, mais cedo começará a ter retornos de sucesso em todas as áreas.


quinta-feira, 2 de junho de 2016

A Arte em ser excelente


Muitas pessoas buscam a excelência em sua atividade profissional, mas não sabem bem ao certo o que é preciso fazer. Uma das qualidades principais da pessoa que é excelente é ter padrões altos para si mesma, vestir-se com boa roupa e manter um bom carro para realizar suas atividades, não se trata apenas de luxo, mas é o próprio marketing pessoal; a identidade pessoal que acaba ficando registrada por onde anda.  Também é importante o carinho consigo mesma como alimentar-se bem e adequadamente, não descuidar da saúde, valorizar seus momentos de lazer e não descuidar da espiritualidade.
 

Ser excelente é ter em mente que você deve fazer a diferença, primeiro para você, porque assim poderá ser com todo o resto. Ou seja, sendo excelente consigo poderá ser excelente com os outros. Não há como dar aquilo que não tem. Se você não pensa grande naquilo que busca, não possui disciplina e não é obstinado pelo sucesso, certamente não conseguirá exercer a excelência em sua vida.
Quem quer ser excelente não pode tornar sua profissão uma acomodação. É preciso ir sempre em busca do crescimento e de parcerias que também buscam o sucesso, ficar rodeado de pessoas que não sabem para onde querem ir é um atraso.
É importante também o investimento no crescimento pessoal, da alma, como cursos, workshop e treinamentos que farão a diferença na sua formação como um todo.
O que uma pessoa precisa para se tornar excelente:

1.         Pensar grande
2.         Ser disciplinada em seu comportamento
3.         Ser obstinada pelo sucesso
4.         Odiar o fracasso
5.         Não perder tempo com bobagens
6.         Associar-se com pessoas excelentes
7.         Detestar se associar com pessoas medíocres
8.         Não desprezar os detalhes
9.         Aceitar críticas que lhe ajudem a melhorar
10.       Fazer perguntas inteligentes

Se você já possui algumas destas características, passe a desenvolver as outras e com certeza alcançará a excelência naquilo que faz.

Quer o sucesso? Então busque-o com responsabilidade, comprometimento e sem trapaças. Assim ele durará para sempre!

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Você tem Medo?

Medo é um sentimento de grande inquietação ante a noção de um perigo real ou imaginário. Isso mesmo. Podemos sentir medo tanto diante de fatos reais, como o que sentimos diante de um cão bravo, como medo de “coisas imaginadas” como medo de um “ataque alienígena”, medo de alma penada, medo de duendes, gnomos etc.
O coração dispara e a respiração se torna ofegante. Ondas de calor percorrem todo o corpo, as mãos tremem e a transpiração é tão intensa que as pessoas logo percebem sua agitação.
Você tem tudo na ponta da língua para a reunião, mas, na hora “H”, mal consegue balbuciar uma ou duas palavras. E aquela sua grande ideia, que você não teve coragem de apresentar ao longo do encontro, é finalmente sugerida por um colega e saudada por todos como a grande solução do problema. A reunião termina e você permanece ali, frustrado e sentindo-se um banana. Uma única pergunta o atormenta: "Por que eu não falei? Por quê?".
São muitas as histórias de profissionais talentosos que estragaram a carreira por causa do medo, assim como são inúmeros os exemplos de pessoas não tão brilhantes que, por saberem administrar bem seus medos, alcançaram posições de destaque na sociedade.
É esta a questão: o problema não é o medo, o problema é não saber administrar o medo. Porque não há nada de errado em sentir medo. Trata-se, aliás, de um sentimento fundamental na vida do ser humano.
É o medo de sermos atropelados, por exemplo, que nos faz olhar para os dois lados da rua antes de atravessá-la. Da mesma forma, é o medo de não cumprir o prazo dado pelo chefe que nos obriga a concentrar esforços e muitas vezes trabalhar até tarde para dar conta do recado. Até o medo de errar é normal e natural.
O problema é quando ele se torna exagerado e vem associado a outros fatores como insegurança, baixa autoestima e depressão. É nesse estágio que o medo deixa de ser um sentimento primário (como o amor e a raiva), para tornar-se algo mais complexo que necessita de cuidados. E é nesta hora que devemos procurar recursos para aliviar este sentimento.
O reiki tem seu papel importante junto ao tratamento das emoções, assim como os florais de Bach e tantas outras técnicas. Mas é importante que se busque também, através da terapia de regressão, onde estão os registros mais profundos do medo. Quando foi que sentiu medo pela primeira vez? Por quê? Para que? O que aconteceu? Como aconteceu? Já fui curado deste medo anteriormente? Como? O que posso ou devo aprender com este sentimento neste momento de minha vida?

Somente sentimos medo quando não conhecemos ou reconhecemos totalmente nossa potencialidade, nossa capacidade. Se você tem medo, procure ajuda e aprenda como transformar este sentimento em algo á seu favor.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Porque Adoecemos?



O aprendizado que vem através da dor e do amor

Crescemos escutando que quando não se aprende no amor, então vem a dor.
A dor nos faz pensar, refletir e assim leva-nos a modificar nossa postura, nossas atitudes e até mesmo nossos pensamentos. Alguns aprendem com ela, outros seguem insistindo, teimando.
São diversas as situações pelas quais nossa saúde constantemente é atentada: medo, insegurança, sentimento de impotência, ansiedade retida, contrariedade, falta de espiritualidade, falta de posicionamento perante a vida e até mesmo o convívio com algumas pessoas.
A doença é um reflexo daquilo que se é por dentro, daquilo que convivemos internamente, no mais íntimo do nosso ser. Muitos estudos já comprovam que o desequilíbrio emocional é um dos fatores agravantes em certas doenças de grande complexo. São meses ou talvez anos vivendo e convivendo silenciosamente com uma contrariedade ou com sentimentos pesados, tristes e negativos que aos poucos vão se cristalizando no corpo físico, mais precisamente nos órgãos de impacto, recebendo então nomes de doenças como câncer, diabetes, úlceras, gastrites, etc...
Na visão holística abordamos quatro pilares que são responsáveis pelo equilíbrio do ser humano neste plano, são eles: espiritual, mental, emocional e físico/material. O pilar da espiritualidade é o primeiro e mais importante deles, pois é nele que está a origem de todo nosso sofrimento, principalmente quando não incentivamos este pilar. Somos seres de origem espiritual, viemos de uma fonte espiritual e como tal somos responsáveis em alimentar ou sustentar este pilar. Falo aqui da espiritualidade como uma dinâmica energética, livre e independente de crença ou religião. Trata-se de algo que está em cada um de nós independente de crermos ou não nesta possibilidade. A falta de energia neste pilar leva à depressão, tristeza, desânimo, pânico, etc. Quando não há energia neste pilar ele começa a pedir socorro para o pilar emocional, e dai vem as confusões de pensamentos, pressentimentos negativos e obsessivos. Esta desordem nos pilares espiritual e mental, reflete em desarmonia no emocional gerando ansiedade, estresse, falta de amor, e logo cristaliza no físico os problemas orgânicos; ou também os problemas materiais como descontrole financeiro, perdas de bens, acidentes, etc.
Hoje são diversas as ferramentas e técnicas que podem auxiliar na busca pela compreensão e da retomada do equilíbrio. As terapias holísticas sempre tiveram este olhar amplo em relação a toda esta dinâmica que envolve o ser humano. Não somos apenas “carne e osso”, como até bem pouco tempo se acreditava. Já sabemos que somos um complexo inteligente e harmonicamente interligado: emoção, espiritualidade, sentimento, pensamento, etc.
É necessário aprender a modificar a leitura da vida e o que ela está querendo nos dizer, qual o caminho real que precisamos seguir e não aquele que os outros desejam.

A base para uma vida em equilíbrio e harmonia, ou, saudável, é a manutenção da espiritualidade, pois esta é a fonte de tudo. É a forma de combater e prevenir a dor, quando somos espiritualizados vibramos em amor.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Tempo de Perdão

Sempre escutamos que o período do Natal é o tempo de perdoar, de aceitar, de tolerar, etc. Fica até parecendo que no restante do ano tudo pode, tudo é liberado! Durante o ano você critica, não tolera, não perdoa, não aceita, briga, fala mal á vontade, mas em dezembro puxa o freio e usa o lado “anjo”.
Aliás, estamos acostumados a determinar períodos em nossa vida, e assim vamos vivenciando tudo de forma fracionada. Poderíamos citar diversas situações para ilustrar isto, mas vamos nos deter ao ato de perdoar.
Algumas pessoas defendem que só Deus pode perdoar, e assim tentam se livrar deste gesto grandioso e humano.
Penso que o perdão deve começar por si mesmo. Faça uma análise dos momentos em que você poderia ter feito diferente. Lembre-se dos momentos onde poderia ter agido de forma mais cordial e menos individualista, com amigos, familiares, filhos, colegas de trabalho. Faça uma retrospectiva e recorde situações onde tenha sido omisso, relapso e talvez tenha deixado passar o melhor momento para demonstrar quem realmente você é, ou gostaria de ser. Volte alguns meses em sua memória e verifique o quanto você não se cuidou, exagerando na bebida, na comida, no cigarro e em outras coisas que de alguma forma agrediram seu organismo. Lembre-se de momentos em que você ofendeu, gritou, xingou, tentou impor a sua verdade e não quis escutar a verdade do outro.
Tente entender que estas situações e tantas outras, aconteceram porque você as permitiu. Você não esteve consciente como precisava estar nestes momentos. Você não se autocriticou, não se controlou em seus sentimentos, não usou de sua inteligência emocional.
Mas tudo bem! Agora você está se dando conta de que nem tudo o que acontece em sua vida é culpa dos outros ou do sistema. Existe sim a sua parte, a sua responsabilidade.
Lembrou-se do efeito ação-reação?
Bom, se você fez esta análise então está pronto para se perdoar. Somos frágeis, mas precisamos nos tornar mais conscientes de nossas atitudes e ações. Perdoe-se! Não somos perfeitos. Mas á partir de hoje, faça isso o ano inteiro e não apenas no natal. Aproveite e comece a remodelar seu comportamento, seus pensamentos e suas ações, e quando fizer esta autoanálise novamente, não irá precisar se perdoar tanto.
Se conseguir se perdoar, com certeza conseguirá perdoar outras pessoas próximas, pois elas podem ter tido as mesmas fragilidades que você teve durante o ano que passou.
Faça este exercício, e exerça o perdão a si mesmo!

Feliz Natal! Boas festas! Divirta-se com cuidado, de forma consciente!

sábado, 4 de abril de 2015

Quando a vida nos exige ação!

O ser humano possui por hábito reclamar. Alguns chegam a procurar situações para que possam reclamar. Na verdade é esta coisa de estar sempre se colocando na posição de vítima da vida, dos outros ou do sistema. Aquela necessidade de chamar a atenção para si mesmo e fazer-se notar.
Quando alguém reclama de algo que poderia ser feito de outra forma, por exemplo, acaba não percebendo que o que busca na reclamação é uma forma de se enobrecer e passar aos outros a ideia de que “tudo sabe” ou de que é “melhor que o outro” que fez ou deixou de fazer. E isto é orgulho subindo na cabeça. Na verdade demonstra falta de atitude, porque o outro pelo menos foi e fez alguma coisa.
E aqueles que sempre estão reclamando da vida, será que na verdade não estão demonstrando que são insuficientes diante de tais situações?

Reclamar é exigir atitude de si mesmo.

Mas quem se dá conta disto?
Quando uma pessoa não consegue administrar uma determinada situação em sua vida, logo ela busca culpados e então vem a reclamação.

É bem mais fácil culpar alguém por incompetência, do que assumir a falha de não ter tomado uma atitude na hora certa.

Nossa vida é formada por respostas de ações cometidas por nós mesmos. Nossos carmas. Tudo aquilo que fizer hoje ou deixar de fazer poderá retumbar amanhã e depois, e depois, e depois... Inclusive em outras vidas!
Diariamente somos chamados pela atenção a fim de que possamos modificar muitas coisas em nossa vida, basta que aprendamos a ler e compreender o que acontece em nosso dia a dia.
Há exemplos bem simples, mas muito significantes.
Uma mãe que reclama que seu filho não obedece, na verdade reclama que não soube lhe dar limites no momento em que ele precisava aprender isto. E impor limites é o ponto fraco da maioria das pessoas. Por fim, a vida vai ensinando do jeito que dá, e quem não aprende obedecer limites durante a infância ou adolescência, acaba, de alguma forma, aprendendo mais tarde.
Nossa forma de se posicionar na vida e a ação que tomamos para isto é que trarão as respostas e as consequências futuras. Então ao invés de reclamar, posicione-se. Veja exatamente o que a vida está querendo lhe ensinar e aprenda logo. Quanto mais cedo entender o que a vida está querendo de você e seguir esta orientação, mais cedo começará a ter retornos de sucesso em todas as áreas.



quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Iniciação do Reiki. Fast Food?! Como assim?

                  Dia destes li por ai um anúncio de um “novo método de reiki”, o qual prometia acabar com o “fast food” dos cursos de reiki que formam terapeutas reikianos em apenas um final de semana. Além desta promessa o anúncio trazia um verdadeiro “buffet” de promessas e novidades para a formação dos terapeutas.

                     Poxa! Pensei comigo... um “mestre” tão “poderoso” e que utiliza a divulgação do seu trabalho para menosprezar ou desfazer o trabalho dos outros mestres, complicou...

Primeiro: reiki é humildade.

Segundo: quem estudou e estuda diariamente a história do reiki sabe que a iniciação de uma pessoa no reiki não leva mais do que 3 a 4 minutos, o restante é o ensinamento dos símbolos (nível 2 e 3), pois o método de aplicação é ensinado no nível 1.

           Sou mestre reiki e possuo alguma caminhada com esta técnica que costumamos definir como um estilo de vida, venho de mestres sérios e comprometidos com o ensinamento e a manutenção da técnica original do reiki. Com todo o respeito e conhecimento que possuo posso afirmar que a iniciação do reiki realizada em um final de semana, ou em apenas um dia que seja, ou apenas uma tarde ou uma manhã (quando se trata de apenas um aluno e não de uma turma) não é um Fast Food. A iniciação em si não é demorada e a formação do terapeuta é um processo contínuo, para a vida toda. Todo dia o terapeuta vai se aprimorando, estudando e isto depende muito mais dele do que do mestre que o iniciou no reiki. Pois cada aplicação de reiki que se faz a outra pessoa é um aprendizado e se atendermos 3 pessoas em um mesmo dia, teremos 3 aprendizados diferentes um do outro.
                    Amo o que faço, e tenho total consciência de que iniciar pessoas no reiki ou em qualquer outra técnica holística é uma responsabilidade grande sim, mas eu tenho assessores responsáveis no plano astral que me encaminham os alunos quando eu e eles já estamos prontos. Antes não! E por estudar e compreender a verdadeira essência do reiki e não se tratando de “ser orgulhoso” ou “arrogante”, eu me garanto e por isso posso iniciar um aluno em apenas um final de semana, ou um dia, ou uma tarde e ele não sairá da minha sala sem entender o reiki. O que ele fará depois disso... então é responsabilidade dele. Conheço mestres reikianos maravilhosos e que seus cursos são profundos e repletos de troca e humildade baseados no verdadeiro ensinamento do mestre Usui, sem distorção e sem “encher linguiça” com falsas promessas, e que assim como meus cursos, duram um final de semana sim. Tenho vários alunos iniciados por mim e todos estão aí para dar seu testemunho á respeito de meu trabalho com a iniciação do reiki. Jamais podemos confundir a iniciação no reiki com a “formação de terapeuta”, uma vez que uma pessoa iniciada no reiki não é e não precisa ser necessariamente um terapeuta. Um mestre reiki tendo uma comunicação clara e objetivos honestos, não precisará de mais do que um final de semana para ensinar o reiki ao seu aluno. A menos que o interesse dele seja apenas material ($$).

Namastê!