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sábado, 7 de dezembro de 2019

Onde encontrar a paz!


Com a vida cada mais concorrida em todos os sentidos e tendo que se dividir entre trabalho, casa, família, amigos, filhos e relacionamentos, fica cada vez mais próxima a possibilidade de você se deixar de lado ou deixar seus objetivos sem rumo. O famoso “depois eu vejo” e nunca acontece.
Talvez já tenha percebido que possui uma tendência em querer fazer com que todos gostem de você e para isto acabou assumindo papéis e compromissos que, possivelmente, estejam tirando sua energia e sua paz. É como se tivesse deixado sua personalidade de lado, seus gostos, suas vontades, suas metas, seus desejos e assim passou a assumir um outro personagem. Sei que em muitos momentos que você para e pensa no que está acontecendo ao seu redor, se dá conta exatamente do que acabei de falar. E então te pergunto: até quando? Até quando vai permitir esse boicote em sua vida?
Há pessoas que passam muito tempo tentando agradar aos outros e desta forma, quase que sem perceber, acabam desagradando a si mesmo. Porém, percebem o resultado do desgaste energético quando de repente se sentem desanimados, sem rumo, cansados, tristes e com alguns problemas na área dos relacionamentos. Geralmente demoram para recorrer a algum tipo de auxílio entendendo que “logo isso passa”, porém, as situações, em alguns casos, vão se agravando e quando se dá conta a depressão está aí. Então o caminho que é preciso percorrer para retomar o equilíbrio é um pouco maior daquele que seria tomado para sanar a situação em seu início. No entanto as pessoas não compreendem isto e querem buscar soluções mágicas, imediatistas e acabam mais uma vez, colocando os pés pelas mãos.
Sempre falo em minhas palestras que somos o resultado daquilo que viemos há muito tempo treinando para ser, ou seja, se você se pega num momento de desânimo percebendo que suas coisas não estão dando certo e que esta situação em que se encontra não lhe satisfaz, saiba que há muito você treina para isto.
Encontrar a paz é ocupar o seu lugar. Afinal, tudo tem o seu lugar: a laranja na laranjeira, a goiaba na goiabeira, a panela na paneleira e se mantendo assim, as coisas tomam ordem. Quando tentarmos fazer uma laranja nascer numa goiabeira, alguma consequência assumiremos diante disto. Faz sentido para você?
Vejo muitos casais onde a mulher quer fazer o papel de mãe, ou o marido de pai, e ainda filhos querendo ser pai do pai ou mãe da mãe. Quando isto ocorre, consequências, esta pessoa que está no lugar errado, irá assumir. 
Procure perceber como você tem se colocado em sua vida. Olhe para o lugar onde está. Será que está em seu verdadeiro lugar? Será que realmente está se colocando no lugar de mulher, ou de esposo (a), ou de filho (a)? E em sua empresa, será que está se colocando no papel que realmente lhe cabe e para o qual você foi contratado?

Entenda que você só encontrará a paz, o sucesso, o equilíbrio, o relacionamento ideal, estando em seu lugar. Tome uma atitude a seu favor e vá em busca de sua paz. Está na hora! Pense nisso!
Desejo um Feliz Natal e uma ótima virada de ano para todos nós!
Abraços e até 2020!

domingo, 3 de novembro de 2019

Deixe de ser ranzinza


Durante uma palestra que ministrava sobre qualidade de vida, uma pessoa me questionou qual as principais características que poderiam levar uma pessoa ao insucesso nas relações e na área profissional. Então resolvi falar sobre apenas uma que considero a mais intensa que é ser ranzinza.
É claro que existem muitas características que contribuem para que uma pessoa não consiga ter sucesso em suas relações, seja profissional, pessoal ou familiar. Mas deixar de ser ranzinza possibilita uma transformação valiosa na vida de uma pessoa que possui esta característica. O ranzinza reclama de tudo, está sempre buscando uma forma de culpar os outros ou o universo pelas coisas que deixa de fazer por si mesmo, ou seja, é a antessala da intolerância.

A pessoa quando é mal-humorada e que direciona sua vida por este sentimento, acaba tornando-se cruel e intolerante, principalmente com quem ela ama e por quem é amada. Afasta todos de seu redor, ninguém aguenta ficar por perto. O indivíduo carrega consigo este peso e de tanto reclamar e falar coisas negativas, acaba tendo isto refletido em seu corpo, em sua postura física e em seus resultados.
Muitas pessoas adotam um personagem ranzinza achando que desta forma as pessoas irão lhe respeitar uma vez que ele entende que “sempre tem a razão”. Bem ao contrário do que deseja acaba sendo vista como “persona non grata” no meio social. O ranzinzento tem dificuldade de estabelecer sintonia e afinidade com as pessoas e nos negócios acaba se dando mal, principalmente se for no setor de vendas.
A falta de um humor equilibrado ou do bom humor, é uma porta para os desequilíbrios emocionais. O ranzinza perde muito tempo em sua vida reclamando de tudo, enquanto poderia estar convivendo com pessoas queridas e que adorariam estar em sua companhia se fosse alguém com uma personalidade mais agradável.
Há a opção de ser mais leve, mais sorridente, demonstrar proximidade e desta forma atrair oportunidades positivas para a sua vida. Um empresário, por exemplo, que possui esta característica de ser ranzinza, mantém em sua empresa uma constante tensão e com certeza o rendimento é bem menor do que poderia ser.
Todo o sucesso depende de como você se relaciona consigo mesmo e com as pessoas e certamente ser ranzinza é uma das características que mais contribuem para a falência em diversos setores.

Deixe de ser ranzinza. Aprenda a relaxar e a manter um sorriso sincero em seu rosto, chame as pessoas pelo seu nome, invista em uma personalidade mais agradável e deixe marcas positivas por onde passar. Perdoe-se por algo do passado que possa estar contribuindo para que mantenha esta característica e se entender que não irá conseguir sozinho, não há problema nenhum em buscar ajuda. Atualmente existem muitas formas de auxílio para melhorar ou até mesmo mudar a personalidade: a psicoterapia, os florais, sessões de reiki, barras de access e tantas outas terapias de autoconhecimento.
Vale a pena investir em você uma vez que terá como retorno a ampliação da afetividade das pessoas com quem convive e consigo mesmo.

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Quem busca pela terapia realmente quer ajuda?


Geralmente entendemos que quem procura terapia é porque quer ajuda. Esta é uma visão já ultrapassada, em muitos casos os terapeutas não obtêm o sucesso porque acabam envolvendo-se na imaturidade do cliente.
Muitas pessoas buscam nas terapias um apoio, porém um apoio para se manter na imaturidade diante da vida ou da situação em que estão envolvidas. O terapeuta despreparado acaba entrando nesta armadilha e a terapia fica dias, meses e até anos dando volta em torno do nada. Acabam se tornando amigos, parceiros do sintoma ou o terapeuta passa a assumir o papel da mãe ou do pai do cliente.
Em alguns casos o terapeuta entende que essa parceria é ótima, pois o cliente fica pagando e a agenda lotada faz com que o profissional se sinta competente. Chegará o momento em que não obtendo resultado o cliente se afastará e sairá a falar mal de seu antigo terapeuta para outro terapeuta que estará caindo na mesma situação, se não observar este detalhe.

Isto é comum no mundo das terapias.
Quando o terapeuta age como terapeuta e não se envolve neste círculo vicioso, talvez o cliente não permaneça na terapia, mas é a partir disto que poderá obter seu equilíbrio ou sua “cura”.
Esta observação parte do que estamos acostumados a observar no dia a dia.
Também há uma situação comum e que desperta nossa atenção, quando a esposa procura terapia para o esposo ou vice-versa, ou quando a filha procura terapia para a mãe ou para o pai. Quem será que realmente precisa de ajuda? Então poderíamos abrir o autoquestionamento: De que forma a situação do pai ou da mãe, ou do esposo ou da esposa me incomoda? Porque me incomoda? O que me faz prestar atenção no outro e não em mim?
O importante no processo da terapia e o que dará força para ela será a própria forma como o cliente encara a situação que o leva a procurar um profissional, seja da psicologia ou de qualquer outra área. Quando o indivíduo chega falando sobre o que lhe incomoda e demonstrando que está preparado para encarar isto, então a terapia ocorre. Na verdade, ela já está no meio do caminho, basta mostrar-lhe como chegar ao final. E isto poderá demorar bem menos do que se imagina.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Só vou ser feliz se ...


Muitas pessoas possuem o hábito de condicionar seu sucesso a outras pessoas ou coisas, seja em que área for. Este é um erro primário que o ser humano ainda comete.

No mundo dos relacionamentos é comum as pessoas reclamarem que não são felizes com o seu par, que no início tudo era perfeito, ou pelo menos quase perfeito, e depois tudo foi virando uma rotina de insucessos. O que ocorre é que são criadas expectativas, as quais geralmente não são atendidas e então chega a realidade e a coisa vai ofuscando.

Transferir o compromisso que se deve ter consigo mesmo, de ser feliz, por exemplo, é uma forma de se boicotar, pois dificilmente outra pessoa aceitaria iniciar um relacionamento tendo esta meta como um compromisso.
O que é ser feliz afinal?  O que o manteria feliz?
São vários significados e muitas formas de ser feliz, porém o que sabemos é que felicidade é algo que possui uma duração e pode ocorrer diversas vezes num curto tempo de espaço. Uma criança pode ficar feliz por ganhar uma bicicleta de presente, por exemplo, e esta felicidade poderá durar enquanto o brinquedo for uma novidade, porém isto não quer dizer que ela deixará de ser feliz toda vez que andar de bicicleta. Outra pessoa poderá ficar feliz ao receber um livro tão comentado e esta sensação poderá durar até o final da leitura do livro, ou até descobrir que o assunto não é mais interessante, logo, o livro perderá o encanto. Veja que são modos diferentes e que depende de cada situação.
Nos relacionamentos, o que interrompe a felicidade pode ser o sofrimento de não ser compreendido ou a frustração ao entender que a pessoa amada não o fará feliz para sempre, conforme foi idealizado internamente no início do relacionamento.
Quando alguém chega com esta queixa geralmente pergunto: “antes de iniciar o namoro você havia comunicado ao seu par que ele era o responsável em lhe fazer feliz?”.
Muitos não sabem nem o que lhe deixa feliz, quanto mais o que deixará o outro feliz, e a existência do que chamamos de namoro servirá para isto. Se nesta fase importante o casal não aproveitar para se conhecer, se identificar e afinar a comunicação, este será um problema que se dará lá na frente.  
Aqui estamos apenas tratando de algo básico: a felicidade.  
Existem outros fatores que podem ser a raiz do mau desempenho do casal no quesito felicidade, raízes estas que podem estar vindo lá de gerações antigas: pais, avós, bisavós, tataravós, etc. Ou ainda de vidas mais antigas. Mas o fato principal é que felicidade resulta de seu estado de espírito e de como você a recebe. Logo, depende de você e não dos outros.
Não condicione sua felicidade a nada nem a ninguém, comprometa-se consigo mesmo e faça de seus momentos os mais felizes. Quem tiver que estar do seu lado dividindo sua alegria, estará, ao contrário, tudo bem.
Não existe felicidade maior do que estar integrado a si mesmo! 

terça-feira, 2 de abril de 2019

O peso de uma vida passada sendo carregado na vida atual


A pouco tempo tive a oportunidade de acompanhar uma regressão na qual o cliente acessou uma vida onde assumiu o peso de uma responsabilidade que não lhe pertencia e que gerou a culpa e frustração.
Vamos entender?
Este cliente, numa determinada parte de sua vida atual, passou a perceber que carregava um sentimento de incapacidade e frustração. Também fazia parte de sua queixa não sentir força para realizar determinadas atividades em sua vida, ficando virado para vícios como o álcool e o cigarro.


Ao acessarmos uma vida anterior ele passou a assistir a situação em que um homem bebia muito e batia em sua esposa. Havia uma criança na cena, ela observava tudo e sentia muita tristeza pela situação de sua mãe. Passado um tempo o pai veio a desencarnar e a mãe chamou o menino que tinha apenas 4 anos de idade e disse: “agora você é o homem da casa”.  
A vida seguiu, as coisas ficaram difíceis, a mãe passou a ter que trabalhar fora e mesmo assim o dinheiro não chegava. Havia pouca comida e poucos recursos. Um homem se aproximou e propôs um relacionamento com a mãe, porém a mesma não aceitou. Passando alguns dias, após a insistência do homem e tendo ficado bravo pelo fato da mulher não ceder, ele matou a mulher. Novamente a criança assistiu tudo e ali aconteceu a segunda situação de impotência, pois não tinha idade e nem como defender sua mãe.
O menino seguiu sua vida num orfanato onde desencarnou após um longo período de depressão e tristeza. No mundo espiritual encontrou sua mãe, a qual veio lhe recepcionar e lhe mostrou tudo por lá. Logo já estavam inseridos em grupos de estudos, convivendo com outros amigos e auxiliando aqueles que por lá chegavam. Os dois já estavam evoluídos e integralizados quando o menino recebeu uma missão: resgatar seu pai que se encontrava no umbral.
O menino aceitou e a cena não era das melhores, encontrou o pai num cenário depressivo onde mantinha os mesmos vícios que tinha na terra. Foi uma longa conversa até convencer o pai a seguir para a luz com ele. Mas o menino conseguiu e em pouco tempo o pai conseguiu ficar bem no mundo espiritual. (Aqui já pôde lidar com a vitória e sentiu que já possuía outros recursos capazes de ajudar alguém. Isto lhe trará segurança na vida atual).
Claro, resumimos a história para que você possa ter ideia do contexto!
O que chamo atenção aqui é para algo que os pais ainda costumam fazer: transferir para a criança a responsabilidade de ser o homem ou “a dona” da casa. Isto traz um peso muito grande para uma alma tão pequenina. E é claro e óbvio que ela não dará conta do recado, atraindo para sí as possibilidades da depressão, dos vícios, da desolação e da frustração.
O homem que veio até minha sala consultar, ainda carregava a culpa daquela vida, por não ter conseguido atender a responsabilidade que sua mãe, ingenuamente, lhe transferiu.

NUNCA FAÇAM ISTO!

          Criança precisa ser criança. Precisa brincar, pular, dançar, estudar... viver a vida de criança. Os problemas dos pais devem ficar com os pais. Transformar a criança num “amigo” que vai ficar ouvindo os desabafos da mãe e do pai, ou ficar de juiz na separação do casal, é convidá-la a ficar doente.

O objetivo da regressão é mostrar para a pessoa no que ela está sintonizada, pode ser de outra vida, ou do início desta, ou ainda em coisas que não lhe pertence e que pode ser dos ancestrais. Desta forma ela irá fazer o entendimento e possibilitar o desligamento desta sintonia, passando para uma segunda fase da terapia que é modificar seus hábitos para que não traga a sintonia de volta.
Após uma sessão de regressão você sente que um peso foi embora, passa a ler a vida de outra forma, compreendendo os insights de modo mais claro e objetivo e passa a viver em sintonia consigo mesmo.
Cada pessoa possui uma história.
A deste rapaz era esta.
E a sua? Qual é?

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Como você está preparado para receber 2019?


Sou um curioso no estudo do Tarô, desde minha adolescência eu estudo e cultivo esta admiração que tenho por este oráculo, o qual uso para minha orientação pessoal. Quero hoje aqui trocar uma ideia com você que acompanha o blog, trazendo algumas ideias para que possam refletir e a partir destas informações entender como poderá organizar seu novo ano. Vamos lá?
O ano de 2018 foi regido pela lâmina da Força (11) com influências significantes da Papisa (2), a palavra chave era “divisão dos mundos”. Podemos observar isto acontecendo principalmente na comunicação onde as pessoas não tinham paciência em escutar e aceitar a opinião alheia. A Papisa é do silêncio, da introspecção, mas a Força é da impaciência e até mesmo da brutalidade, ou seja, pouca comunicação, muitas interpretações torcidas e destorcidas e bastante desentendimento em função disso tudo. As redes sociais foram o principal meio para observarmos esta manifestação.
A lâmina da força retrata uma mulher que com sua sensibilidade dominou a fúria do leão, a fera, mas para este feito precisou primeiro equilibrar sua emoção e razão, mostrando que é desta forma que poderemos dominar e até mesmo conquistar aquilo que, por vezes, pensamos ser maior que nós mesmos. Mas é importante deixar claro que a lâmina 11 da Força regeu o mundo, logo estas observações feitas acima ocorreram de forma geral. Cada país possui sua data de nascimento logo, a lâmina que rege cada país deve ser calculada a partir desta data, o Brasil, por exemplo, está sob regência da lâmina 16, da Torre, desde setembro de 2018 e permanecerá até setembro de 2019.
Como podemos ver na imagem, a Torre é representada por um raio caindo do céu e destruindo a torre de onde caem as pessoas que pensavam que estavam no controle do mundo e da vida (delas e dos outros), exatamente como estamos presenciando no Brasil. A torre remete a libertação para um novo ciclo, uma nova era e também exalta a necessidade de abandonar as velhas ideias e tudo aquilo que não serve mais para então, darmos início a algo novo, a reconstrução de algo mais adequado para todos e não somente para poucos. Uma curiosidade é de que a torre passou a exercer sua influência em setembro de 2018, e no dia 2 do mesmo mês ocorreu o incêndio no museu do Rio de Janeiro, a casa onde foi assinada a Independência do Brasil. Precisa de mais algum recado?
A dica maior para 2019, no Brasil, é a disciplina e quem tiver dificuldades com isto, terá dificuldades, pelo menos até setembro, pois a partir do mês 9 passaremos a viver sob a influência da lâmina 17, da Estrela, onde o medo e o desespero passará a dar lugar para a esperança e renovação dos sentimentos. As coisas, no Brasil, serão organizadas e realizadas através da ordem e da harmonia, apesar de uma minoria ainda tentar se fazer valer através do absurdo, conforme acompanharemos.
Para o segundo semestre, mais seguros e confiantes, as pessoas passarão finalmente a se integrar e interagir de forma diferente sob a regência do número 3 (2+0+1+9 =  1+2 = 3), na numerologia precisamos somar até chegar a um algarismo apenas. Então iniciará um novo processo de expansão onde quem usar a criatividade e a sociabilidade conseguirá avançar e muito. Depois de termos passados pela individualidade que nos impunha o número 2 (2+0+1+8=1+1=2) em 2018, passaremos a experimentar uma melhor interação com a sociedade, família, amigos e relacionamentos, mas é preciso evitar fofocas, exibicionismos, mentiras e imaturidade. Aquilo que estava no “chove não molha” em 2018 de alguma forma se resolverá em 2019, ou seja, quem tem que casar vai casar, quem tem que partir para outro relacionamento o fará, chega de enrolação.
A influência no mundo será do número 12, o Enforcado (2+0+1+9 = 12), fazendo com que as ideias fiquem mais voltadas para o futuro. A espiritualidade terá uma grande atividade neste sentido, proporcionando com que as pessoas tenham uma nova visão de mundo. Estar com a corda no pescoço não é nada bom, porém na lâmina do enforcado ele está preso pelos pés e de ponta cabeças, ou seja, sem poder andar e com o sangue indo para a cabeça. Na verdade, está pendurado de cabeça para baixo, então, cuidado com a circulação e com o temperamento (cabeça quente). As coisas ainda podem esquentar no que se trata da política, tanto no Brasil quanto nos EUA.
A lâmina do enforcado traz a mensagem de que a espiritualidade estará mais presente e mais influente, interagindo cada vez mais com a humanidade e aqueles que de alguma forma quiserem se aproveitar disto para benefício de si, acabará tendo o mesmo rumo do João. Então, cuidado! Humildade, seriedade, disciplina e ética para não tomar choque.
Mas é bem verdade que nada acontece como passe de mágica, você precisa entrar nessa sinergia, favorecer as coisas para que possa aproveitar do positivo. Se ficar sentado no sofá esperando que o número 3 ou a torre façam tudo sozinhas, sinto em informar que você passará o ano sentado e pouca coisa acontecerá. Chega de individualidade, agora é hora de se relacionar, procurar as parcerias que conquistou em 2018 e fortalecer aquilo que deve ser fortalecido. Vá em busca daquilo que você acredita e deseja, prepare-se emocionalmente e sentimentalmente, proporcione-se o autoconhecimento e reflexão de suas ações passadas. Lembre-se, é hora de libertar-se das coisas que estão presas nas gavetinhas da mente e do coração, e que não servem para mais nada.
De resto, vista-se de branco por dentro e por fora e se não for possível, mentalize o branco ao seu redor. Esta é a energia da espiritualidade, do amor incondicional, da união e aceitação em grupos.
Boas festas e comemore com equilíbrio desde já!

domingo, 2 de dezembro de 2018

O ano vai mudar, e você o que vai fazer?


Vamos iniciar citando uma frase do meu livro Trocando a sintonia: surpreenda sua vida, movimente-se a seu favor, no qual eu digo que “Reclamar é exigir atitude de si mesmo”. Pense nisto.

É comum as pessoas reclamarem de muitas coisas, porém não analisam sua atuação diante da situação ou daquilo que se quer. Nesta época do ano, por exemplo, é normal fazer uma análise de tudo aquilo que viveu durante os 365 dias passados e algumas pessoas classificam como bom ou ruim.
Geralmente desejamos coisas positivas, no início do ano, porém ao longo do mesmo, não facilitamos para que o universo ou a espiritualidade possa nos auxiliar. Algumas pessoas desejam viajar, outras querem o carro novo, a casa própria, porém não se organizam financeiramente e quando chegam ao final do ano reclamam de tudo, menos de sua inércia. É necessário que haja um movimento de nossa parte para que o universo possa compreender aquilo que queremos e então nos encaminhar aquilo que precisamos para alcançar o objetivo.
Cada vez mais o homem tem compreendido que é preciso agir junto ao universo ou a espiritualidade, acabou-se a época em que as coisas “caiam do céu” simplesmente. Um dos grandes aprendizados de nossa geração é o caminho espiritual, um dos pilares responsáveis pelo equilíbrio e evolução do homem como pessoa e como espírito.
 Vamos fazer um acordo?
Para o próximo ano você vai agir mais a seu favor. Você passará a surpreender sua vida buscando mais sentido e mais determinação para conquistar suas coisas.
De que forma?
Autoconhecimento, espiritualidade, qualidade de vida e objetividade. É necessário que se tenha mais consciência daquilo que você faz ou deixa de fazer. Pare de culpar o universo ou o sistema e passe a interagir mais em sua vida, afinal a vida é sua!
Uma ótima dica é aproveitar esse finalzinho de ano e trocar sua energia, ampliar sua consciência e estabelecer contato com seus mentores. Faça isto através do Reiki. O ano vai mudar e você precisa mudar também, então comece já! Comece agora! Se dê esta atenção e inicie um processo de reforma pessoal para conhecer melhor suas habilidades e utilizá-las com mais energia e vigor no ano que iniciará daqui alguns dias.
Mais duas frases importantes do meu livro: “Você é o responsável por tudo o que acontece em sua vida, pois vive o retorno daquilo que emite. Ficar se sentindo vítima do universo ou do sistema é ficar fugindo de assumir a si mesmo”!
Então mãos à obra! Vamos recuperar o tempo que ficou parado olhando a vida passar, está mais do que na hora de modificar a energia ao seu redor. Só pensar positivo não adiante, é preciso agir positivamente também.

Mediunidade: a sensibilidade inerente ao homem


Mediunidade é uma capacidade inerente ao homem, já abordamos várias vezes sobre este tema aqui no blog. No entanto, há pessoas que possuem uma sensibilidade mais aflorada que outras, ou seja, sua intuição é mais aguçada e conseguem perceber ou intuir de forma mais precisa. Mas se todo o ser humano possui mediunidade, porque alguns são mais sensíveis que os outros?
Pode ser por várias situações, na maioria dos casos a própria forma como a pessoa foi criada pode ser um dos motivos, o tipo de educação que recebeu, se foi incentivada a utilizar ou sufocar sua sensibilidade. As crianças quando brincam, quando desenham, quando cantam, quando de alguma forma estão sendo criativas, estão mais próximas de seus mentores ou anjos da guarda. É nesta fase que sua mediunidade está sendo despertada ou afinada.
É comum as crianças relatarem que estão brincando com seu amiguinho invisível, ou darem recados assustadores aos pais despreparados, contando fatos de uma vida antiga ou revelando situações de antepassados ou até mesmo do presente. Já falamos aqui também das crianças índigo e cristais que geralmente possuem esta capacidade de intuir e se comunicar com espíritos e seres desencarnados. Não é nada para se assustar, afinal de contas é como o tato, o olfato, paladar, visão e audição, a intuição é o sexto sentido do homem.
A mediunidade sempre foi assunto envolvente e curioso, muitas pessoas se interessam, porém, poucos estudam e procuram desenvolver esta propriedade. Apesar de estarmos num mundo material a espiritualidade precisa que estejamos conectados a eles e a forma que isto se dá é através da mediunidade.
Assim como algumas pessoas possuem o olfato mais aguçado sendo capazes de sentir aromas a longa distância ou reconhecer cheiros que passam despercebidos pela maioria, existem aqueles que possuem a mediunidade mais afinada e conseguem de forma mais ampla psicografar, pintar, enxergar ou escutar desencarnados, realizar curas com auxílio de mentores e assim por diante.

Na iridologia comportamental identificamos na íris as pessoas que possuem esta característica mais desenvolvida e também percebemos aquelas que ainda estão verdes para este assunto, mas que compreender este reconhecimento será saudável e importante para seu desenvolvimento pessoal. Alguns desequilíbrios como ansiedade, depressão e pânico surgem em decorrência da pessoa não querer olhar para esta faculdade que é a mediunidade. Alguns estudos confirmam que o fato de castrar este sentido acaba causando desconforto, principalmente na mente e na estrutura emocional do indivíduo.
Levando em consideração os quatro pilares que dão suporte e equilíbrio ao ser humano: espiritual, mental, emocional e físico, compreendemos a necessidade e importância de cada vez mais entendermos, estudarmos e disciplinarmos a mediunidade e suas características na criança, no adolescente e no adulto.

sábado, 27 de outubro de 2018

Como uma regressão de vidas passadas ajudou num sentimento de depressão


Há pouco tempo fui procurado por uma pessoa que achava que entendia estar com depressão, pois estava tendo pensamentos e sensações de tristeza no dia a dia, sem motivo aparente. Relatou na avaliação inicial que apesar de estar sempre rodeada de pessoas da família e amigos, sentia solidão e insegurança
Após a fase de avaliação inicial no procedimento da TSP, realizamos uma sessão de regressão onde conseguiu acessar uma vida antiga em que morava isolada numa casinha em um descampado, porém próximo de uma mata. Era uma vida difícil, sem recursos, mas não morava só, tinha um marido.

Naquela noite uma tempestade tomou conta da região e o marido não estava, pois trabalhava numa fazenda retirada e em função do mal tempo não conseguiu retornar para a casa. A mulher não sabia o que havia acontecido com o marido, mas sentia muito medo da tempestade, viveu um momento de tensão sem saber se ele estava vivo ou não. Era muito forte o temporal e de dentro da casa dava para ouvir o barulho das árvores sendo derrubadas pela ventania. Foi uma noite longa, demorada, experimentando o medo, a sensação de isolamento e impotência.
Geralmente a regressão leva exatamente ao conteúdo em que se está sintonizado e fazendo com que se tenha sensações e sentimentos daquela época. Pode ser uma vida antiga, ou alguma situação desta vida atual. Quando acessamos este conteúdo e compreendemos o que se passou, tomamos consciência da emoção ou sentimento que está atuando na atualidade e de onde vem, qual sua raiz.
Utilizando a técnica correta desligamos esta sintonia e tais sentimentos passam a não ter mais força na vida atual.
Foi possível compreender que aquilo que estava sentindo atualmente e que estava denominando depressão, era na verdade um sentimento antigo e que não fazia parte do aqui agora. Estes sentimentos podem ser disparados quando vivenciamos situações parecidas com a que tivemos em outra vida e que não foram totalmente resolvidos lá na época.
Assim como este caso, muitos outros podem estar sendo confundidos levando a crer que se está com depressão ou pânico. É necessário que se faça uma avaliação adequada dentro da visão que sustenta a terapia de vidas passadas, buscando indícios e sinais que indiquem a raiz da situação.
Atualmente existem muitas formas de trabalhar com sentimentos e emoções, mas sem dúvida a terapia de vidas passadas é a mais eficiente para desconectar uma sintonia antiga e que ainda interfere na vida atual.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Sentimento e espiritualidade: o Íris Corrente


Poder observar a íris do olho e identificar um padrão de Íris Corrente é algo sensacional, pois estamos de frente a um ser provido de intuição, percepção e bondade. Porém, estas qualidades podem ser um problema para as pessoas de íris corrente, pois atrairão muitos seguidores que passarão a sugar sua energia se não souber se impor e determinar limites.
- “Ah, como é bom ficar perto de você!” - Esta é a frase que uma boa maioria dos correntes ouve e ouvirão.
É bom ficar perto porque costuma ser um bom ouvinte, sabe dar conselhos e até repõe a energia daquele que está precisando. E fazem tudo isto sem saber que estão fazendo por isso costuma se sentir, frequentemente, para baixo, como se estivesse sem energia. As pessoas de íris corrente funcionam como um carregador de bateria de celular, só que o celular pede para ser carregado e as pessoas não, elas simplesmente se aproximam e “sugam” a energia. Por isto o íris corrente precisa se proteger, energeticamente e espiritualmente. Aliás, é o caminho da espiritualidade que trará o equilíbrio ao corrente.
Compaixão é uma das palavras que definem o que os íris correntes sentem pelas pessoas e isto é tão forte que chegam ao ponto de esquecer-se de si, abrem mão de suas coisas em função dos outros. Será que isto realmente é bom?
São bondosos, carinhosos e atenciosos, porém sofrem o medo da rejeição. São pessoas que sentirão a rejeição de uma forma mais intensa, aliás, são pessoas intensas. Quando sentem saudade é muita saudade, quando gostam de alguém isto é demonstrado intensamente, da mesma forma que demonstram quando não gostam de algo ou de alguém.
As pessoas de íris corrente sentirão mais desconforto nas costas em função de que tendem a querer carregar o mundo e a dor dos outros nos ombros. O estômago também é um órgão frágil, pois costumam engolir “sapos” e não sabem lidar com a raiva. Guardam tudo para si e demoram a conseguir se liberar de um sentimento negativo.
O íris corrente se incomoda com a injustiça, com a deslealdade e com a falta de amor que há no mundo. Para eles há a necessidade de compreender os outros, mais do que a si mesmo. O que não aconselho, pois não há como compreender os outros se não compreendermos a nós mesmos e termos consciência de nossos limites e capacidades.
Geralmente as pessoas de íris corrente acabam se unindo ao íris joia, o que pode ser bom, se houver equilíbrio. Pois ao contrário o joia dominará o corrente e o transformará em seu capacho. No equilíbrio um ensina o outro, o corrente ensinará a paciência e a serenidade ao joia e o joia ensinará o corrente a usar a razão.
Se você tem um íris corrente por perto não o prenda, permita que ele possa se sentir livre e capaz de comandar sua própria vida. Impulsione-o a buscar suas aventuras e não ficar preso dentro de casa esperando que o príncipe ou a princesa chegue num cavalo dourado.

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Mediunidade: o sexto sentido do homem.


Mediunidade é uma característica dos seres humanos, assim como visão, olfato, paladar, audição e tato. Podemos dizer que todas as pessoas possuem mediunidade, porém algumas possuem uma capacidade melhor para lidar com esta faculdade.

É correto afirmar que algumas pessoas já nascem com uma sensibilidade mais aflorada, principalmente as crianças que até seus 7 ou 8 anos de idade possuem uma afinidade maior com este sexto sentido. As crianças percebem coisas que os adultos muitas vezes não conseguem alcançar, por este motivo é importante prestar atenção na criança e não repreender esta habilidade. Pois é neste período que a mediunidade pode ser disciplinada e orientada para um caminho de luz e de sucesso.
Ser médium não é um problema, mas sim mais uma possibilidade de comunicação e auxílio para com os próximos. O que ocorre é que quando vamos ficando mais adultos, vamos perdendo esta sintonia fina. Vamos perdendo esta capacidade de intuir, perceber presenças ou até mesmo de se comunicar com os espíritos. Isto se dá devido as tantas leis que nos impomos ou que são impostas pela família, pela sociedade e por aqueles que desconhecem a capacidade de ser médium. Muitos ainda entendem que ser médium é sinônimo de sofrimento ou de ter que lidar com energias que não são boas.
Você possui o sentido do paladar e no entanto pode escolher o que irá comer ou o quanto irá comer do mesmo alimento, certo? Você foi educado, disciplinado para isto e hoje pode definir o tipo de alimentação que irá ter. Da mesma forma aconteceu com a audição, com a visão e com o olfato, você aprendeu a utilizar estes sentidos sabendo definir o que pode ser bom e o que pode ser ruim para você. Precisou do tato para poder saber onde pisar, onde tocar e qual a melhor forma para se direcionar na vida.
Com a mediunidade é a mesma coisa, porém você poderá utilizar-se dos outros sentidos para saber onde está se colocando. A mediunidade pode e deve ser disciplinada, como disse antes, podemos escolher como, quando e onde vamos utilizar este sexto sentido. Por isto existe o que chamamos de livre-arbítrio, podemos escolher, mas somos responsáveis por aquilo que escolhemos.
A ansiedade exacerbada pode ser uma das características de uma mediunidade que não está sendo trabalhada adequadamente, é uma energia que fica estagnada, precisando ser trabalhada, direcionada.
Algumas características são notadas naqueles que possuem uma mediunidade mais aflorada e que não estão sabendo como direcionar: não se sentem bem em lugares com muitas pessoas, interesse em ajudar os outros, forte poder de intuição, procuram sempre perdoar mesmo quando acha que não é merecido, bocejam muito em locais com muitas pessoas, sonhos elucidativos, costumam atrair pessoas com problemas, sentem-se esgotados com frequência, sentem desconfortos que outras pessoas presentes estão tendo no momento, etc.
A mediunidade quando não é direcionada pode ainda causar fobias, bloqueios emocionais e até mesmo baixo autoestima.
As pessoas com dons mediúnicos se sentem sugados, muitas vezes, e principalmente quando estão em locais com muitas pessoas, museus, casas antigas, lugares onde ocorreram batalhas ou algum tipo de atentado a vida.

Você pode usar a mediunidade a seu favor e a favor daqueles que lhe procuram, porém deve fazer com respeito, com limites e ser coerente com aquilo que está fazendo. Da mesma forma que ao ingerir algo ruim você passa mal no dia seguinte, a má utilização da mediunidade também poderá lhe causar desconfortos físicos, mentais, energéticos e até mesmo psicológicos.
O correto é procurar um direcionamento, alguém que possa lhe orientar, que possa lhe doutrinar e auxiliar na busca pelo conhecimento nesta área. Ser médium não é um bicho de sete cabeças e muito menos algo proibido. Se você nasceu com esta capacidade mais aguçada é porque de alguma forma deve utilizá-la para sua evolução pessoal e para a evolução daqueles que lhe procuram, sempre com amor, respeito e gratidão.

domingo, 1 de julho de 2018

Para que acessar vidas passadas?


         Em primeiro lugar precisamos entender que a terapia de regressão a vidas passadas não deve ser vista como um meio de especular outras vidas afim de matar a curiosidade de saber quem você foi. Na realidade, em meu ponto de vista, pouco importa se você foi um rei, uma rainha ou ainda se fostes um “pobre coitado sem eira nem beira”, como diz o ditado. O que deve ser relevante é que tipo de rei ou rainha ou de pobre coitado você foi: controlador, impulsivo, brigão, mandão, medroso, vítima, rancoroso, se sentia menos que os outros, motivado, desmotivado, melancólico, depressivo, solitário, excluído, animado, sedutor, etc.
           O objetivo de olhar para outra vida é bem mais amplo e deve ser realizado, quando necessário, com total respeito, pois estaremos olhando para aquilo que fortalece ou que fragiliza a pessoa atualmente.
            Ao olhar para outra vida encontraremos traços comportamentais e situações que ainda influenciam nesta vida atual. É possível compreender a origem de crenças que ainda limitam sua evolução espiritual e pessoal.
            Entendemos que a vida não começa na infância, porém será a partir do nascimento que poderemos nos conectar e sintonizar, através de gatilhos, a situações marcantes de outras existências e isto vai influenciar positivamente ou negativamente em nossas ações e atitudes atuais. Por este motivo se faz necessária uma avaliação inicial onde o cliente será escutado e auxiliado na compreensão daquilo que o incomoda. Primeiro observamos o aqui agora e depois partimos para ver como isto está refletido de outra vida. Com certeza tudo o que acontece com você está correto, porém, se algo lhe incomoda então isto pode ser visto. 
          Costumo repetir a famosa frase de Luiz Gasparetto: “estamos onde nos colocamos” e completo “a responsabilidade em permanecer é toda nossa”. 
     Há quanto tempo vem lidando com sentimentos que não consegue explicar de onde vem como: saudade, medo, sensação de rejeição ou pressentimentos estranhos? E seus relacionamentos que terminam sempre do mesmo jeito? Aquela oportunidade que quando parece que tudo vai dar certo, algo desmorona?
         Pretende seguir assim? A responsabilidade em permanecer é toda sua! 
         Talvez esteja repetindo comportamentos iguais aos que você já tinha em outra vida, e isto pode estar fazendo a diferença na hora de ter de tomar decisões ou tentar percorrer caminhos novos em sua vida. 
        Será que não está na hora de aprender novos comportamentos, modificar seus hábitos? 
      A terapia se constitui de quatro momentos importantes: a escuta, o acesso ao conteúdo passado (quando necessário), a compreensão deste conteúdo e a mudança comportamental. Mas existe uma parte que é mais importante do que tudo isso: a sua vontade e persistência para empreender esta reforma interior!
    Quando olhamos para o que aconteceu e como aconteceu, recuperamos nossa força, nos desligamos da sintonia daquilo que nos prendia àquela história e abrimos caminho para nossa transformação. Passamos a atuar com outra leitura da vida e dos acontecimentos, compreendendo melhor as pessoas que nos cercam e que convivemos, e principalmente, ter consciência de quem realmente somos. Só assim poderemos viver mais leves, mais felizes, mais seguros e saudáveis emocionalmente e espiritualmente.
          Sem sombra de dúvidas é um momento de autoconhecimento, poderoso para transformar seu modo de ver e de se portar diante da vida. Quando amadurecemos nosso entendimento sobre determinadas leis da existência humana, passamos a atuar e vibrar na vida de forma diferente, com mais consciência e plenitude.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Que venha 2018 com toda sua força e coragem!

Este ano promete sim. O ser humano ainda precisa de umas sacudidelas para evoluir e se tornar melhor. Vamos entender um pouco sobre o novo ano, analisando os números e o tarô terapêutico.
Ao somarmos 2+0+1+8 chegaremos ao 11, que na numerologia é chamado de Número Mestre. No tarô o 11 é a carta da Força, ou seja, quem tem força certamente terá sucesso. Mas esta força não é apenas a força física. 1+1=2 que representa a lâmina da Papisa, ou seja, intuição, introspecção para encontrar o caminho. Logo, podemos entender que a força virá deste autoconhecimento. Quando me encontro. Quando estou comigo, sou forte. Então, preciso me conhecer, identificar minhas qualidades e também os pontos fracos para que eu saiba lidar com todas as situações que surgirem.

Não significa que quem não buscar seu autoconhecimento não conseguirá nada. A ideia de interiorização seria o plantar e depois a força para colher. Quem não se adaptar a este processo, não estará plantando então não terá muito a colher.
O autoconhecimento através de leitura, estudo, cursos e desenvolvimento intelectual deve ser o carro chefe para aqueles que querem garantir o sucesso em 2018.
Sempre falo que as pessoas devem envolver-se com sua evolução pessoal e espiritual e não só com o desenvolvimento material. Chega uma hora que tudo está vazio, pois o material não completa determinadas áreas emocionais do ser humano. Neste ano de 2018 isto será cobrado de uma forma mais rígida, principalmente daqueles que iniciaram e não seguiram.
Pessoas que estão utilizando o conhecimento espiritual para manipular serão cobradas rigidamente e algumas poderão ter problemas mentais. A carta da Força remete aos problemas na cabeça, derrames, Alzheimer, etc.
Um dos grandes segredos para viver plenamente o 2018 é não se permitir ao isolamento. Busque companhias motivadoras. Pessoas que podem fazer a diferença em sua vida. Quando sentir tendência a desânimo, tristeza, use o floral Mimulus da linha de Bach. Busque terapia, dança, música, algum grupo de artes. E principalmente, procure identificar o que lhe faz querer ficar isolado. Pode ser sintonias de outras vidas, pode ser tendência comportamental mesmo, uma vez que os Índigos e Cristais, por exemplo, geralmente não se identificam neste mundo, então preferem o isolamento. Logo, compreendemos que nem tudo é doença, não precisa sair procurando remédios achando que está com depressão. É importante saber lidar com esta característica e buscar a se inserir no contexto de sua vida.
Força é sinônimo de coragem. A Papisa está envolta no tecido vermelho. O vermelho é a cor que dá a coragem tanto para lutar, quanto para se autoconhecer. Porém, o excesso desta cor remete a agressividade. Use-a na virada do ano, use-a nos momentos que precisa de energia ativa para avançar. Use-a para realçar sua determinação. Esta é a cor do Chákra Raiz, o chákra das conquistas materiais e de todas as coisas que são criadas pelo homem na terra.
Vista-se desta coragem e entre no novo ano com determinação, plantando coisas boas, coisas belas, para que possa colher o mesmo. O lugar onde você está é o resultado de onde tem se colocado até hoje. Então medite! Recolha-se e depois saia do casulo voando, com asas brilhantes, coloridas e fortes para te carregar por onde precisar.
Muito obrigado pela sua companhia neste ano de 2017 e que possamos seguir nossa parceria em 2018.

Tenho um belo e maravilhoso ano!

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Tempo de mudar sua frequência

Natal é tempo de rever tudo aquilo que não deu certo no ano que está acabando, tudo aquilo que, de certa forma, falhou no comportamento, nas relações, nos negócios, nos cuidados com a saúde, etc. Revemos agora e nos preparamos para iniciar um novo ano com propostas diferentes. E não adianta dizer: “Vou tentar ser melhor”, porque quem tenta não faz!
Já que estamos tendo oportunidade de iniciar um novo período em nossa vida, que seja para melhor. Que seja para ter mais ação a seu favor, que seja para ter mais consciência da sua vida, da sua espiritualidade e de seu propósito aqui neste mundo.
Na verdade, você pode começar a comemorar o natal a partir do dia de seu aniversário, pois lá foi dado o pontapé inicial para sua evolução. A palavra Natal significa o momento do nascimento de alguém. Então no dia de seu aniversário você comemora o seu natal e neste dia haverá a manifestação de todos aqueles que te amam e que confiam na tua capacidade de vencer, de viver e de evoluir.
Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus, porém, a igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de inverno. O dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao “nascimento do deus sol invencível”, que comemorava o solstício do inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro, com muita alegria e troca de presentes. A celebração do Natal de Jesus foi instituída oficialmente pelo Papa Libério, no ano 354 d.C.

Enfim, nós temos nos dias 24 e 25 de dezembro uma data de concentração de energias, pois todas as pessoas em vários lugares do mundo costumam desejar coisas positivas neste dia. Logo, a importância de você não ficar de fora disso tudo.
Se conecte nesta sintonia e canalize sua vibração positiva, desejando a melhora do mundo, a cura do planeta e de todos os seres que nele estão vivendo. Mesmo não tendo indícios da certeza do nascimento de Jesus nesta data, permita que ele possa realmente nascer em seu coração, em seu pensamento e em seu lar. Jesus é uma âncora poderosa de amor divino e certamente em sua permanência aqui na terra, trouxe muitas curas para a humanidade. Não falo somente das doenças e dos doentes que ele curou, mas pelo fato dos ensinamentos, das palavras e dos gestos de carinho e paciência que ele ensinou ao mundo.
Aproveite este período de canalização positiva que é instaurado no planeta e provoque a mudança em sua vida. Deseje coisas boas para você, para aqueles que ama e também para aqueles que não conhece direito, porque tudo aquilo que você emite retorna para sua vida.
Não é período para ficar triste, deprimido ou desanimado. Se costuma ficar assim, saiba que pode mudar isto, pois é um estado e estado nós podemos mudar. Estar triste, estar desanimado... isto acontece porque você permite. É você que permite “estar assim ou assado”. Então vigie as permissões que você dá e passe a vibrar mais alto. Passe a vibrar poderosamente positivo, pois certamente é isto que a vida espera de você.
Este é o verdadeiro sentido do Natal: permitir-se mudar a frequência e passar a vibrar positivamente. E nós temos, além do dia de nosso nascimento, o dia 25 de dezembro de todos os anos para dar mais um passo evolutivo. Vibrar mais alto e mais positivo.

Feliz Natal e que o ano de 2018 seja de muita positividade e muitas curas em sua vida e no planeta!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Meu filho é médium, e agora?

         É importante entender o que é mediunidade, antes de se desesperar diante da possibilidade de ser ou ter um médium por perto.
Na realidade, todos somos médiuns, este é um dos preceitos para que estejamos neste plano material. Porém, algumas pessoas possuem uma sensibilidade um pouco mais aflorada. Ou seja, conseguem perceber coisas que outros não conseguem, como: presenças energéticas, o clima vibracional de um ambiente, a energia (alta ou baixa) de outra pessoa, aromas que não existem no ambiente, percepção de vultos, antecipação de determinados acontecimentos, sonhos reveladores, etc..
São muitas as situações que um médium pode acessar. Alguns possuem a capacidade de curar através de um toque, de uma prece ou até mesmo pela sua própria presença junto da pessoa ou ambiente que esteja doente.

Ser médium não é um problema, mas propõe algumas responsabilidades. Naturalmente acabam evitando lugares com excesso de multidão, buscam conhecimento em assuntos exotéricos, místicos ou de cura. Após obter consciência de sua mediunidade, o médium deve adotar um comportamento mais tranquilo, evitando uso de substâncias que possam agredir seu corpo e sua mente.
Algumas pessoas percebem suas capacidades mediúnicas e acabam tentando fugir desta situação, até mesmo por falta de conhecimento do assunto. É comum identificarmos jovens adolescentes tomados pela ansiedade ou demasiadamente tristes, sem aparente motivo. Saiba que isto pode estar ocorrendo em função de não estar cuidando de sua espiritualidade ou de sua mediunidade.
Existem muitos médiuns sendo medicados com Ritalina ou até mesmo dopados, pelo simples fato de não entenderem o que ocorre consigo e pela falta de esclarecimentos sobre este assunto por parte dos médicos aos quais recorrem. A mesma coisa acontece com as crianças índigo que são confundidos com hiperativos e acabam sendo castrados de suas capacidades e forma de ser.
Existe um livro maravilhoso chamado “Doutor ouço vozes” do médico e psicoterapeuta reencarnacionista Mauro Kwitko, no qual ele aprofunda o assunto da mediunidade, e também o livro Crianças Índigo – a evolução do ser humano, da escritora e psicóloga Ingrid Cañete.
Não necessariamente médium seja aquele que fala com os mortos, esta é uma das capacidades dos mais diversos tipos de mediunidade. Há os que escutam, assim como há os que visualizam e isto é natural para quem possui esta capacidade. O médium não tem medo de seus dons, a partir do momento que os compreende, respeita e aprende a controlar-se.  
Existem médiuns com capacidades especiais para pintura, música, fala, escrita, aconselhamento e tantos outros recursos que podem ser utilizados para auxiliar as pessoas.
Alguns pais ficam apavorados ao perceberem que seu filho é “diferente” e saem em desespero atrás de um diagnóstico. Acabam se perdendo em tantas informações que chegam aos seus ouvidos e na maioria das vezes, todas elas confusas ou até mesmo enganosas. Tudo porque acham que tem que ter um diagnóstico.
Se seu filho é diferente vamos entender que diferença é esta, porque pessoas diferentes sempre existiram neste planeta e graças à estas diferenças é que o progresso aconteceu e ainda acontece. Se não tivesse ninguém diferente, como é que seria? Tente imaginar.
Ter um médium em casa não quer dizer que esta família seja especial. A principal obrigação desta família é de rever seus hábitos, seus conceitos, suas atitudes, como se comunicam, como são como pais, como convivem. Ou seja, rever a si próprio. Que reforma precisam fazer em si mesmos? Que transformações precisam realizar em suas vidas? Porque os médiuns assim como as crianças índigo que citei anteriormente, são agentes de transformação.
É importante a busca do conhecimento deste tema através de leituras e palestras ofertadas por instituições sérias.
Pelo fato de ser um médium não quer dizer que tenha que fazer parte de uma religião, porém é importante que em algum momento haja prática dos seus dons para que isto não fique estagnado. Hoje em dia há muitos médiuns atuando de forma independente e amparados por pessoas que foram beneficiadas por eles.
De forma alguma o médium deve se sentir superior aos outros ou passar a exibir seus dons com intuito de obter o controle das pessoas ao seu redor. Ocorrendo isto poderão entrar no modo reverso, atraindo outros tipos de energias e trazendo problemas para si e para aqueles que colaborarem nesta situação.
A proposta deste artigo é trazer algumas possibilidades para que possa buscar o aprofundamento e esclarecimento deste assunto. Levantando suposições para que você possa realmente analisar o que acontece em sua vida, e então orientar-se.
Ser médium não significa que seja especial ou superior aos outros, pois é um desafio muito grande ter que controlar o ego afim de não trazer situações conflitantes para sua vida.

A mediunidade deve ser utilizada para auxiliar as pessoas em sua evolução, sem interferir em seu livre arbítrio.