quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Crianças Índigo: a evolução humana na terra


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Regras:

- As vagas são limitadas, ao encerrar as vagas não serão geradas mais inscrições;
- No dia da palestra leve com você o comprovante da aquisição e pagamento gerados aqui no botão do PagSeguro;

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Meu filho é médium, e agora?

         É importante entender o que é mediunidade, antes de se desesperar diante da possibilidade de ser ou ter um médium por perto.
Na realidade, todos somos médiuns, este é um dos preceitos para que estejamos neste plano material. Porém, algumas pessoas possuem uma sensibilidade um pouco mais aflorada. Ou seja, conseguem perceber coisas que outros não conseguem, como: presenças energéticas, o clima vibracional de um ambiente, a energia (alta ou baixa) de outra pessoa, aromas que não existem no ambiente, percepção de vultos, antecipação de determinados acontecimentos, sonhos reveladores, etc..
São muitas as situações que um médium pode acessar. Alguns possuem a capacidade de curar através de um toque, de uma prece ou até mesmo pela sua própria presença junto da pessoa ou ambiente que esteja doente.

Ser médium não é um problema, mas propõe algumas responsabilidades. Naturalmente acabam evitando lugares com excesso de multidão, buscam conhecimento em assuntos exotéricos, místicos ou de cura. Após obter consciência de sua mediunidade, o médium deve adotar um comportamento mais tranquilo, evitando uso de substâncias que possam agredir seu corpo e sua mente.
Algumas pessoas percebem suas capacidades mediúnicas e acabam tentando fugir desta situação, até mesmo por falta de conhecimento do assunto. É comum identificarmos jovens adolescentes tomados pela ansiedade ou demasiadamente tristes, sem aparente motivo. Saiba que isto pode estar ocorrendo em função de não estar cuidando de sua espiritualidade ou de sua mediunidade.
Existem muitos médiuns sendo medicados com Ritalina ou até mesmo dopados, pelo simples fato de não entenderem o que ocorre consigo e pela falta de esclarecimentos sobre este assunto por parte dos médicos aos quais recorrem. A mesma coisa acontece com as crianças índigo que são confundidos com hiperativos e acabam sendo castrados de suas capacidades e forma de ser.
Existe um livro maravilhoso chamado “Doutor ouço vozes” do médico e psicoterapeuta reencarnacionista Mauro Kwitko, no qual ele aprofunda o assunto da mediunidade, e também o livro Crianças Índigo – a evolução do ser humano, da escritora e psicóloga Ingrid Cañete.
Não necessariamente médium seja aquele que fala com os mortos, esta é uma das capacidades dos mais diversos tipos de mediunidade. Há os que escutam, assim como há os que visualizam e isto é natural para quem possui esta capacidade. O médium não tem medo de seus dons, a partir do momento que os compreende, respeita e aprende a controlar-se.  
Existem médiuns com capacidades especiais para pintura, música, fala, escrita, aconselhamento e tantos outros recursos que podem ser utilizados para auxiliar as pessoas.
Alguns pais ficam apavorados ao perceberem que seu filho é “diferente” e saem em desespero atrás de um diagnóstico. Acabam se perdendo em tantas informações que chegam aos seus ouvidos e na maioria das vezes, todas elas confusas ou até mesmo enganosas. Tudo porque acham que tem que ter um diagnóstico.
Se seu filho é diferente vamos entender que diferença é esta, porque pessoas diferentes sempre existiram neste planeta e graças à estas diferenças é que o progresso aconteceu e ainda acontece. Se não tivesse ninguém diferente, como é que seria? Tente imaginar.
Ter um médium em casa não quer dizer que esta família seja especial. A principal obrigação desta família é de rever seus hábitos, seus conceitos, suas atitudes, como se comunicam, como são como pais, como convivem. Ou seja, rever a si próprio. Que reforma precisam fazer em si mesmos? Que transformações precisam realizar em suas vidas? Porque os médiuns assim como as crianças índigo que citei anteriormente, são agentes de transformação.
É importante a busca do conhecimento deste tema através de leituras e palestras ofertadas por instituições sérias.
Pelo fato de ser um médium não quer dizer que tenha que fazer parte de uma religião, porém é importante que em algum momento haja prática dos seus dons para que isto não fique estagnado. Hoje em dia há muitos médiuns atuando de forma independente e amparados por pessoas que foram beneficiadas por eles.
De forma alguma o médium deve se sentir superior aos outros ou passar a exibir seus dons com intuito de obter o controle das pessoas ao seu redor. Ocorrendo isto poderão entrar no modo reverso, atraindo outros tipos de energias e trazendo problemas para si e para aqueles que colaborarem nesta situação.
A proposta deste artigo é trazer algumas possibilidades para que possa buscar o aprofundamento e esclarecimento deste assunto. Levantando suposições para que você possa realmente analisar o que acontece em sua vida, e então orientar-se.
Ser médium não significa que seja especial ou superior aos outros, pois é um desafio muito grande ter que controlar o ego afim de não trazer situações conflitantes para sua vida.

A mediunidade deve ser utilizada para auxiliar as pessoas em sua evolução, sem interferir em seu livre arbítrio. 

domingo, 24 de setembro de 2017

Somente por hoje, não se preocupe

                 Este é o terceiro dos cinco princípios japoneses que são ensinados durante a iniciação do Reiki.
Hoje em dia, não se preocupar é difícil, mas viver preocupado se torna mais complicado ainda. A palavra preocupação possui o prefixo “pré” que significa antes: “me ocupo antes”.
A ansiedade de querer apurar as coisas, ou adivinhar o que tem por acontecer nos faz perder muita energia. Pessoas ansiosas vivem preocupadas com o futuro e perdem de viver o presente. Pessoas com medo vivem preocupadas com o que os outros irão pensar... e perdem de realizar no presente.
A preocupação desgasta o mental, o emocional e obviamente o físico, pois nos fragiliza e permite que experimentemos diversas sensações desconfortáveis.

Porque se preocupar com o modo como os outros destinam sua vida? Porque se preocupar com o que poderá acontecer se...?
Calma o mundo não é projeto seu, então deixe as pessoas viverem suas vidas da maneira como elas querem. Se algo que eles fazem te atinge é porque você permite, pois vive conectado lá e não aqui na sua própria vida.
O que você fez hoje para que seu amanhã seja melhor?
A criança nasce feliz porque não traz preocupações consigo, porém quando vai se tornando adulto perde a felicidade porque acaba adquirindo a preocupação.
A preocupação com a imagem que vendemos de nós mesmos, e do que os ouros irão pensar de mim se..., vem de nosso ego. O ego é passageiro, porém faz um estrago quando é alimentado, pois nos empobrece, nos torna pequenos e limitados diante de tanta luminosidade que podemos ter. O ego odeia duas coisas: ser contrariado e ser criticado. Um ego superdesenvolvido é sempre candidato a um grande sofrimento e isto dói mais que a dor física. Há pessoas que morrem pelo ego, sofrem pelo ego, lutam pelo ego e depois reclamam que não são felizes.
Nada é permanente, exceto as mudanças, as transformações. A vida nos dá muitas oportunidades para transcender o ego, diminuindo a preocupação com nossa imagem. Nós somos o que acreditamos ser, afinal todo pensamento é energia e alimento. O pensamento cria, nos recria e é capaz de materializar tudo ao nosso redor.
Se preocupar é sofrer em vão, pois não sabemos se o problema virá ou não. Se vier teremos todas as ferramentas necessárias para reparar, auxiliar, enfim, fazer o que for preciso. Minha avó já dizia: “se não tem solução, solucionado está”!

Não sobrecarregue seu dia com preocupações desnecessárias, selecione seus pensamentos e viva de forma mais relaxada, pois o universo nunca falha.
Há um pensamento inteligente que diz: “O tolo deseja saber tudo sobre o futuro, o sábio deseja apenas saber como ser feliz hoje para continuar a ser feliz amanhã. O tolo se preocupa, o inteligente se ocupa, o sábio apenas sorri”.

Então somente por hoje não se preocupe!

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Psicoterapia de Vidas Passadas, quando procurar auxílio?


           



            




             





            
                 Quando você acessa o conteúdo de uma vida passada e começa a acompanhar e relembrar seus hábitos, seus comportamentos, suas qualidades, suas condições e toda a história que viveu e que talvez esteja se repetindo aqui, então passa a se dar conta de que ainda pode melhorar em várias áreas: relacionamentos, família, profissional e principalmente cuidados consigo mesmo.
Este é um dos objetivos da Psicoterapia de Vidas Passadas: o autoconhecimento.
Você consegue identificar as situações que são repetitivas em sua vida? Consegue identificar qual o perfil das pessoas que sempre atrai para perto de si? E as oportunidades que escorregam pelas suas mãos sempre quando acha que vai dar certo?
O autoconhecimento implica em identificar e reconhecer seus sentimentos e emoções e quando eles ocorrem. É saber quais são seus limites e como poderá reagir conforme as situações que surgem no dia a dia, obtendo consciência das questões que influenciam suas frustrações e insucessos.
Também faz parte do autoconhecimento, perceber a origem destes sentimentos, destas emoções e assim compreender melhor para que elas aparecem.
Estes são os questionamentos que, geralmente, levam as pessoas a querer realizar uma regressão.
Entendemos que são sintonias que atuam como que paralelamente, e estas são originárias de experiências passadas, seja desta ou de outras vidas. Ao acessarmos a origem destas sintonias, podemos compreender com outro olhar o “para que” estão aqui de volta, interferindo em nosso modo de ser e de agir. A partir deste olhar, desta percepção, passamos a nos posicionar de forma diferente na vida. Passamos a ler a vida de outra forma, tendo embasamento nos aprendizados que adquirimos na experiência da regressão. Pois entramos em contato com nossa essência, com nossos mentores e amigos espirituais que nos impulsionam a compreender as situações com um olhar mais amplo.
A psicoterapia de vidas passadas é um caminho que nos leva de encontro á nossa verdadeira essência, nossa espiritualidade no sentido mais amplo. Cada encontro, cada conversa, cada reflexão nos faz pensar e entendermos o quanto podemos estar equivocados nas pequenas coisas que realizamos no nosso dia a dia.
Será que sua missão de vida é ajudar, cuidar, dos outros ou de si? Será que estes sentimentos que te aparecem de quando em quando, realmente são seus ou desta vida? Quem é você em meio a tantos sentimentos e emoções que acometem a cada dia?
A psicoterapia de vidas passadas não é a dona das respostas e das verdades, mas sabe como te auxiliar para encontrar as suas respostas e as suas verdades.

Se você se sente como um pião, dando voltas em torno de si sem conseguir chegar a lugar nenhum, pense se não está na hora de iniciar a sua reforma íntima?

domingo, 30 de julho de 2017

Sentimentos e emoções no comando de nossas relações



                   No mundo dos relacionamentos há um fator primordial para que tudo dê certo: o relacionamento intrapessoal.
                  O relacionamento intrapessoal é o modo como a pessoa se relaciona consigo mesmo, é a capacidade de saber reconhecer seus sentimentos e quando ele está acontecendo. Quando sou capaz de identificar em mim e nomear um sentimento ou uma emoção, facilmente consigo identifica-lo naquele que está na minha frente. Desta forma vou saber como amenizar ou controlar uma situação para que a mesma não se transforme numa catástrofe.
Você é capaz de reconhecer e identificar quando está com raiva, com medo, ou triste? Você consegue perceber o momento em que está diante

de uma situação que esteja lhe provocando a euforia?
Não são todas as pessoas que conseguem lidar com a raiva, por exemplo, ou que conseguem perceber que estão a um passo da euforia e que isto pode colocar tudo por água abaixo.
Geralmente as pessoas usam a raiva contra si e acabam piorando a situação. A energia da raiva costuma se alojar no estômago causando o aquecimento e o descontrole dos impulsos e ações. De certa forma a raiva não é o pior dos sentimentos, pois é passageira e também serve para nos posicionar.
Alguém pode ficar com raiva porque caiu e torceu o pé, ou porque não conseguiu passar num concurso ou até mesmo porque outro a ofendeu. Porém, quem não está acostumado a perceber quando está ficando com raiva, acaba partindo para o segundo momento que é o ódio. Este nos leva a agir de forma primitiva, partindo para agressão, o verdadeiro “tomou, levou”.
Podemos aprender a lidar com estes sentimentos e controlar melhor nossas emoções, antes mesmo delas acontecerem. Conseguimos isto quando somos capazes de reconhecer nossos limites e o que desperta cada um destes sentimentos, para que em determinada situação possamos desviar do resultado final.
A forma como sentimos (sentimento) uma situação nos levará a uma reação instintiva (emoção). A emoção desencadeia reações orgânicas, como a sensação da raiva que leva a dar soco na mesa, por exemplo. Uma vez que você aprender a reconhecer a forma como costuma sentir as coisas, saberá onde isto poderá te levar e assim vai aprendendo a desenvolver novos hábitos e novos comportamentos, que com certeza irão favorecer nos seus relacionamentos interpessoais.
Pesquisadores afirmam que são cinco os sentimentos mais importantes do ser humano: alegria, raiva, tristeza, amor ou medo. O relacionamento interpessoal é a capacidade que se tem de identificar no outro o que ele está sentindo na sua presença.
A alegria em excesso se transformará em euforia, o que não é bom, pois o eufórico fica ansioso, perde o senso, pode até mesmo parecer deselegante. Numa situação extrema pode deixar uma imagem que nunca mais conseguirá recuperar. O excesso de raiva, conforme falamos anteriormente, poderá se transformar no ódio. Este por sua vez causa transtornos orgânicos como taquicardia, desconforto no estômago e em sua crescente poderá levar a pessoa a ter comportamentos agressivos.
Já o excesso da tristeza levará a pessoa para perto da depressão, causando, também desalinhos orgânicos como ansiedade, alteração do pulso cardíaco, falta de apetite, isolamento, etc.
O amor confuso e fora do controle pode se transformar em algo obsessivo como a paixão desenfreada. A pessoa passa a pensar que deve possuir o controle do outro, transformando-se em alguém excessivamente ciumenta, grudenta, insegura e em função do medo de perder o outro, acabará perdendo realmente, pois ninguém aguenta uma personalidade desse tipo. Não é mesmo?
Já o sentimento do medo poderá atrair o pânico que é uma emoção. Quando não há fé, e nem mesmo confiança em algo maior, poderá a pessoa se ocupar com o medo. Porém o medo pode ser algo como autoproteção ou autopreservação. Quem tem medo de cachorro, por exemplo, talvez nunca será mordido por um, porque nunca se aproximará dele. 
Compreendemos que a emoção afeta o organismo e os sentimentos altera nosso estado.

Identificar no outro e entender como lidar com os sentimentos, com certeza nos tornará mais próximos das pessoas com quem convivemos. Nossos hábitos serão diferentes e nossa comunicação será melhor e mais compreensiva, sabendo como interagir melhor com o mundo e com as nossas coisas.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Seu pior inimigo pode ser você!

Em todas as situações boas ou ruins, estamos sempre aprendendo.
Duas pessoas podem passar por uma mesma situação de um nível extremo, mas assimilam de forma completamente diferente. A morte de entes queridos, guerras, abandonos, problemas financeiros...
Algumas seguem suas vidas de forma extraordinária enquanto outras se veem presas naquela situação e não conseguem seguir adiante.
Tudo se baseia no que está guardado lá dentro, no mais profundo canto de seu ser. O que chamamos de sombra. Sua escuridão particular.
Se você não enfrentar sua escuridão nunca encontrará a luz.
E não adianta pensar que você não tem uma sombra, não é uma doença patológica, todos têm. É o medo que não deixa enxergar. Muitas pessoas não procuram terapia em função do medo de ter que enfrentar seu lado obscuro. Preferem se acomodar repetindo comportamentos prejudiciais e enganando-se, acreditando que assim está tudo bem.
Carl Jung denominou a sombra, como a pessoa que preferimos não ser.
Por isso é mais fácil percebermos os defeitos dos outros, fechando os olhos para os nossos. Na verdade, os defeitos que vê nos outros, podem ser os seus mesmos se revelando para você como num espelho. Agora compreende porque odeia certas pessoas “sem ter um motivo específico”?
Enfrentar a escuridão é aceitar o que somos, aquilo que não gostaríamos de ser, mas somos. E o único meio de estarmos em harmonia com o que somos é perdoando. Afinal, estamos aqui reencarnados justamente para aprimorarmos nossas qualidades. Para aprendermos a ser melhores. Se não aproveitar este momento: vooollllltaremos!!!
Perdoe-se! Só aprendemos a perdoar o outro quando aprendemos a nos perdoar.
O perdão nos liberta.
Converse consigo mesmo, nós conseguimos identificar o que está nos causando dor, o que estamos sufocando dentro de nós, converse com seu ego, não lute contra aquilo que você não quer ser, aceite.
Para mudar é preciso unir vontade e ação.
Nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados, mas de sermos imensamente poderosos. É nossa luz e não a escuridão que nos assusta, por isso tantos ainda estão presos a arquétipos e ao passado. 
Ver a luz no outro é mais fácil que ver a luz em si mesmo?
“O ouro que procuramos se encontra na obscuridade”.
Perdoe-se!
Eu me prdôo por não amar o sificiente;
Eu me perdôo por pensar que sou estúpido;
Eu me pedôo por me sentir inferior;
Eu me perdôo por beber demais;
Eu me perdôo por comer demais;
Eu me perdôo por odiar meu corpo;
Eu me perdôo por não fazer o que penso;
Eu me perdôo por gritar com meus filhos;
Eu me perdôo por...
Liberte-se!!